As previsões para o mercado do alumínio em todo o mundo são as melhores possíveis, segundo estudos encomendados pelo International Aluminium Institute (IAI).
Uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria CRU Group (Inglaterra), a partir da solicitação da IAI, mostrou que a demanda por alumínio primário deve crescer 40% até o ano de 2030.
Segundo o estudo, os quatro principais consumidores desse metal, que respondem por 75% dessa demanda, são empresas dos segmentos de transportes, embalagens, construção civil e setor elétrico.
Em todos esses setores, a motivação para esse consumo está diretamente ligada à sustentabilidade do planeta, ou seja, o alumínio é considerado um grande aliado do meio ambiente e deverá fazer parte de muitas soluções que envolvem o dia a dia da sociedade.
Quer saber mais sobre as tendências do mercado do alumínio no Brasil e no mundo e o que esperar para o futuro? Então, continue a leitura abaixo e veja mais informações a respeito desse assunto!
A bauxita é o material mais abundante na crosta terrestre e o terceiro elemento mais comum no mundo, estando atrás apenas do oxigênio e do silício.
A sua popularidade e o uso em todo o planeta se dá em função das características que possui, tais como:
Fazendo parte do dia a dia das pessoas, esse material é encontrado nas panelas utilizadas para o preparo dos alimentos, bem como nas fuselagens dos aviões.
No ano de 2023, o Brasil retomou autossuficiência em alumínio e viu a produção brasileira do metal avançar 24%, atingindo o patamar de 1,006 milhão de toneladas, apontam dados preliminares da Associação Brasileira do Alumínio (Abal).
O resultado representa a segunda melhora anual consecutiva após o setor mostrar recuperação de 5,1% no indicador em 2022. Nesse ano, as empresas de metal primário no Brasil alcançaram uma produção de 811 mil toneladas, um aumento de 5,1% se comparado ao ano anterior e o Brasil terminou o ano de 2022 como o 12º maior produtor de alumínio do mundo.
Com relação às exportações, de acordo com a ComexVis, aplicativo do Ministério da Economia, os principais destinos do minério de alumínio em 2022 foram Canadá, Irlanda, Grécia, Estados Unidos e China.
Vale a pena destacar que, com o aumento da capacidade instalada no Brasil de refinarias e smelters nos últimos anos, boa parte da produção de bauxita passou a ser consumida no próprio país.
Essa situação colocou o nosso país em uma condição de autossuficiência na produção de alumínio primário, possibilitando o abastecimento da indústria nacional de produtos transformados.
Esse crescimento significativo na produção se deve, em grande parte, à reativação do complexo industrial da Alumar, localizado no Maranhão. Esse complexo voltou a operar no segundo semestre de 2022, depois de um longo período de inatividade que começou em 2015.
Outro fato importante é que o governo brasileiro decidiu taxar as importações de laminados de alumínio da China, após haver comprovado que aquele governo oferecia subsídios aos exportadores chineses que comercializavam seus produtos em nosso país, fato comemorado pelas empresas nacionais.
Por fim, as expectativas apresentadas pela IAI, como já vimos, são animadoras, projetando um futuro de sucesso e bons resultados.
As tendências do mercado do alumínio para 2024 continuam positivas, uma vez que os investimentos no setor devem alcançar um total de R$ 30 bilhões nos próximos dois anos no Brasil.
Para se ter ideia a respeito desse valor, o investimento bruto realizado no setor em 2022 foi de R$ 1,9 bilhão, portanto, fica evidenciado que as empresas do segmento estão otimistas com relação ao futuro.
Um dos pontos de maior relevância e que incentivam os investimentos nesse mercado está relacionado com a sustentabilidade do planeta.
Vivemos um momento crítico, onde cada vez mais se torna necessário os cuidados com o meio ambiente, uma vez que de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), através das palavras do seu Secretário-Geral, Sr. António Guterres:
“A ciência nos diz que os próximos 10 anos constituem a nossa última oportunidade para evitar a catástrofe climática, reverter a maré mortífera da poluição e de perda de espécies.”
O alumínio é um material que colabora de maneira efetiva com a sustentabilidade do planeta, pois, após ser descartado, ele pode retornar como matéria-prima às linhas de produção de maneira infinita.
Trata-se, portanto, de um material estratégico que efetivamente contribui para a reversão do quadro em que nos encontramos.
Um estudo realizado pelo Instituto Internacional do Alumínio (IAI) demonstra que a demanda por esse material irá crescer 40% até o ano de 2030 em todo o mundo.
Isso significa que o setor precisará produzir 33,3 milhões de toneladas métricas a mais do que nos dias atuais, alcançando um total de 119,5 milhões naquele ano.
A popularização no uso do alumínio da indústria da construção civil será um dos grandes marcos para o crescimento da produção.
Mais uma vez, isso se dá em função da sustentabilidade, que se torna uma exigência da sociedade, associada aos menores custos de manutenção, uma vez que esse material pode ser usado por mais de 75 anos em uma edificação antes de ser reciclado.
Como se observa, a previsão para o mercado do alumínio no Brasil e no mundo são animadoras, portanto, grandes resultados são esperados.
Desde 1997, a Metalthaga oferece soluções e tecnologias em alumínio para milhares de clientes distribuídos por todo o Brasil e América Latina.
As soluções são disponibilizadas com uma ampla linha de ligas de alumínio fundidas, laminadas, CAST, extrudadas, trefiladas e retificadas.
Reconhecida no mercado nacional pela agilidade, competência e dinamismo, a Metalthaga oferece os seguintes produtos e serviços:
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